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In Control of Free Will and Determinism
" A public lecture I gave at my university on some research I've been doing.
The debate over free will and determinism and their role in understanding human behavior and moral responsibility goes back as far as the Ancient Greeks. The modern argument has migrated to the field of neuroscience. Yet neither the modern debate, nor its historical predecessors have managed to provide much illumination of either human behavior or moral responsibility. In this talk, I will argue that we should abandon the concepts of free will and determinism entirely and instead shift towards thinking in alternate terms that will allow us to explain human behavior in terms of modern neuroscience and still make sense of moral responsibility. "
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Her Shoe Shadow ( The Bird )
A sombra é nosso lado obscuro projetado. Pode ser o que gostaríamos que fôssemos, ou o que abominamos de mais mesquinho e cruel de nossa personalidade, a qual se estende na interação com as coisas e animais - assim somos - que cruzam pelo nosso caminho. A sombra é a distorção de nós mesmos, ou a confirmação de uma existência obrigatória, que impede a passagem de luz na medida certa de produzir a própria sombra. Brinca com nossa maleabilidade. A sombra não existe sem nós, mas nós não precisamos dela, a não ser como referência do que estamos deixando de ser ou o que devemos evitar. Conviver com a própria sombra e com a de outros implica o mandatório estado de alerta que nos faz rever o quanto nos afastamos de nossos propósitos, nós dá a dimensão do crime cometido por nós contra a finalidade e sentido da vida. A sombras ensinam. Observe-as. Ou não.
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Spain Bad King
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Cloud Synchronicity
Quase Sincronicidade : em Brasília uma núvem com jeito de homem flutuando de barriga pra cima; um dia depois um Suíço salta sobre o Rio, acoplado a uma asa de propulsão a jato.
Veja as fotos no link abaixo.
domingo
Free Voyage
As in the entire blog, click above to watch the video 1h30
Also this one is great
http://www.youtube.com/watch?v=zapgDvSuBII&feature=related
quinta-feira
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Evolution
Creusmar Pereira de Almeida
Nascido em 1925
Engenheiro, formado pelo I.M.E.
Ex-professor da U.F.R.J.
Ex-instrutor de Educação Física do C.P.O.R./R.J. e outras organizações
Estágio em Toulouse e Paris, França
Ex-chefe de departamento da EMBRATEL
Ordem do Mérito Militar
Medalha Marechal Rondon
Palestrante convidado pela I.B.M. em Bruxelas, Bélgica
Prêmio Nacional de Informática 1987
Aposentado e bisavô de alguns bisnetos
Engenheiro, formado pelo I.M.E.
Ex-professor da U.F.R.J.
Ex-instrutor de Educação Física do C.P.O.R./R.J. e outras organizações
Estágio em Toulouse e Paris, França
Ex-chefe de departamento da EMBRATEL
Ordem do Mérito Militar
Medalha Marechal Rondon
Palestrante convidado pela I.B.M. em Bruxelas, Bélgica
Prêmio Nacional de Informática 1987
Aposentado e bisavô de alguns bisnetos
Hoje, lembrei , do nada, que no final da década de 70,
estive no sítio deste senhor , em Miguel Pereira, interior
do Rio. Era amigo de seu filho que tinha uma equipe de som, na qual eu era DJ .
Perdi o contato com eles, mas a internet propiciou o recall.
O UNIVERSO EVOLUÇÃO
O UNIVERSO EVOLUÇÃO
Depois de muitos anos dedicados a funções de telecomunicações e posteriormente à informática, projetando e desenvolvendo “softwares”, por contingência da idade fui levado à inatividade profissional.
As atividades familiares e o lazer logo demonstraram-se insuficientes para suprir de forma completa a antiga atividade cerebral que antes era exercida no trabalho.
As limitações advindas com o envelhecimento do corpo, por outro lado, passaram a impedir a continuação do trabalho na forma antiga.
Tudo isso, em conjunto, trouxe logo a preocupação com a provável deterioração da capacidade cerebral que certamente ocorreria. Passei então a forçar as funções de meus neurônios, aprendendo e aplicando novos recursos da informática, ainda não existentes no meu tempo na ativa. Passei a usar javascript para confecção de páginas na Internet. Dediquei-me também a edição de “Clipes” em DVD.
Desta forma pretendo manter em atividade, minhas interligações entre os neurônios por mais tempo.
Comecei então a pensar no assunto de uma forma bem geral, talvez filosófica: Parece que importa mais “desenvolver” que “existir”.
Sempre achei que, por limitação do cérebro humano, não conseguimos conceber algo que não seja limitado no espaço nem no tempo. Temos sempre de questionar: ... e antes?; ... e depois?; ... e além?
Creio mesmo que tudo é fruto de uma simplificação antiga e talvez inadequada: O concreto e o abstrato. Concreto consideramos a matéria e tudo que não é matéria seria abstrato. A realidade não é bem assim, pelo menos no sentido que se costuma dar ao termo abstrato.
O Universo não pode ser considerado como um conjunto de matéria. Mesmo considerando a energia um ente transformável em matéria, acho que o Universo é mais que isto.
Note-se que estamos falando num estado chamado matéria e outro estado chamado energia, e admitimos a transformação entre matérias, entre energias, bem como entre energias e matérias. Parece-me que dois entes de natureza diferente aí se relacionam: o estado e a mudança de estado. Estamos acostumados a concentrar nosso ponto de vista no estado. Normalmente estudamos bem o estado atual e definimos como meta um outro estado futuro, a ser atingido através da transformação.
Que tal se admitirmos que o ente mais real não seja nem a matéria nem a energia, mas sim a transformação em si..
Na nossa experiência de vida sentimos bem que não nos satisfaz nenhum estado de coisas (matéria e energia), e sim a transformação de um estado para outro, quando em determinado sentido em que haja algum ganho, isto é, EVOLUÇÃO.
Pois é, se nos abstraímos dos conceitos materialistas, que consideram os estados absolutos, e focarmos na transformação, talvez melhor compreendamos alguns conceitos que Einstein nos forneceu em seus estudos de transformação, de velocidade da luz e de espaço-tempo. Também não teremos de considerar o tamanho ilimitado do Universo, nem seu início nem seu fim, o que não conseguimos conceber.
Poderíamos dizer que o Universo sempre foi uma transformação contínua, nunca foi criado, nunca terá fim, pois início e fim, assim como nossa vida presente seriam apenas estados dessa transformação., que é sua própria essência
Numa analogia com um PERT, podemos imaginar os estados como eventos e as tranformações como atividades. Os eventos sempre são início ou fim de atividades, mas as atividades não estão subordinadas aos eventos: podemos imagina-las sem vinculação ao seu início ou seu fim, com qualquer duração, inclusive infinita.
E nós, o Homem, também costumamos considerá-lo estado de uma evolução. Podemos, em outra óptica, considera-lo uma evolução, em si. Nunca fui criado, nunca deixarei de ser, apenas evoluo sempre. Hoje já se diz que mais importante do que TER é SER, mas poderíamos dizer que mais vale EVOLUIR, pois em realidade nós não SOMOS, nós ESTAMOS. Comparando o estado de JESUS com o nosso estado presente podemos bem sentir o que é evolução.
O anjo, o espírito puro, imaginado no mais alto grau da escala espiritual, estaria fadado à estagnação? Certamente ele, em seu estado de perfeição, não se contentaria em não evoluir.
Assim, a evolução é que é a meta desejada e não o estado a ser atingido. Todas essas considerações nos levam em direção a um Universo Evolução, nunca a um seu estado qualquer, inicial, presente ou futuro, que seriam limitações inconcebíveis.
Não sendo obrigatório qualquer estado, o fim bem como o início, não são necessários nesta concepção. Não há, conseqüentemente, necessidade de Criação e portanto, de um CRIADOR!
É comum aceitarmos a idéia de criação, como um início, mas não aceitarmos nossa extinção, no final. Não há consistência em não aceitar o infinito no passado e aceitá-lo no futuro.
... Não, eu não estou dizendo que não acredito em DEUS. Falei em Criador.
Este imenso UNIVERSO EVOLUÇÃO, em equilíbrio permanente, é regido por princípios e leis pelas quais sabemos que não somos nós humanos os responsáveis. Essa perfeição devemos a alguma INTELIGÊNCIA ( no sentido mais amplo desta palavra) muito superior a nosso conhecimento. Chamamo-la DEUS.
Parece-me que o Universo, que nos inclui, é em sua natureza, uma evolução.
Creusmar Pereira de AlmeidaDepois de muitos anos dedicados a funções de telecomunicações e posteriormente à informática, projetando e desenvolvendo “softwares”, por contingência da idade fui levado à inatividade profissional.
As atividades familiares e o lazer logo demonstraram-se insuficientes para suprir de forma completa a antiga atividade cerebral que antes era exercida no trabalho.
As limitações advindas com o envelhecimento do corpo, por outro lado, passaram a impedir a continuação do trabalho na forma antiga.
Desta forma pretendo manter em atividade, minhas interligações entre os neurônios por mais tempo.
Sempre achei que, por limitação do cérebro humano, não conseguimos conceber algo que não seja limitado no espaço nem no tempo. Temos sempre de questionar: ... e antes?; ... e depois?; ... e além?
Creio mesmo que tudo é fruto de uma simplificação antiga e talvez inadequada: O concreto e o abstrato. Concreto consideramos a matéria e tudo que não é matéria seria abstrato. A realidade não é bem assim, pelo menos no sentido que se costuma dar ao termo abstrato.
O Universo não pode ser considerado como um conjunto de matéria. Mesmo considerando a energia um ente transformável em matéria, acho que o Universo é mais que isto.
Note-se que estamos falando num estado chamado matéria e outro estado chamado energia, e admitimos a transformação entre matérias, entre energias, bem como entre energias e matérias. Parece-me que dois entes de natureza diferente aí se relacionam: o estado e a mudança de estado. Estamos acostumados a concentrar nosso ponto de vista no estado. Normalmente estudamos bem o estado atual e definimos como meta um outro estado futuro, a ser atingido através da transformação.
Que tal se admitirmos que o ente mais real não seja nem a matéria nem a energia, mas sim a transformação em si..
Pois é, se nos abstraímos dos conceitos materialistas, que consideram os estados absolutos, e focarmos na transformação, talvez melhor compreendamos alguns conceitos que Einstein nos forneceu em seus estudos de transformação, de velocidade da luz e de espaço-tempo. Também não teremos de considerar o tamanho ilimitado do Universo, nem seu início nem seu fim, o que não conseguimos conceber.
Poderíamos dizer que o Universo sempre foi uma transformação contínua, nunca foi criado, nunca terá fim, pois início e fim, assim como nossa vida presente seriam apenas estados dessa transformação., que é sua própria essência
E nós, o Homem, também costumamos considerá-lo estado de uma evolução. Podemos, em outra óptica, considera-lo uma evolução, em si. Nunca fui criado, nunca deixarei de ser, apenas evoluo sempre. Hoje já se diz que mais importante do que TER é SER, mas poderíamos dizer que mais vale EVOLUIR, pois em realidade nós não SOMOS, nós ESTAMOS. Comparando o estado de JESUS com o nosso estado presente podemos bem sentir o que é evolução.
Assim, a evolução é que é a meta desejada e não o estado a ser atingido. Todas essas considerações nos levam em direção a um Universo Evolução, nunca a um seu estado qualquer, inicial, presente ou futuro, que seriam limitações inconcebíveis.
Não sendo obrigatório qualquer estado, o fim bem como o início, não são necessários nesta concepção. Não há, conseqüentemente, necessidade de Criação e portanto, de um CRIADOR!
É comum aceitarmos a idéia de criação, como um início, mas não aceitarmos nossa extinção, no final. Não há consistência em não aceitar o infinito no passado e aceitá-lo no futuro.
... Não, eu não estou dizendo que não acredito em DEUS. Falei em Criador.
Este imenso UNIVERSO EVOLUÇÃO, em equilíbrio permanente, é regido por princípios e leis pelas quais sabemos que não somos nós humanos os responsáveis. Essa perfeição devemos a alguma INTELIGÊNCIA ( no sentido mais amplo desta palavra) muito superior a nosso conhecimento. Chamamo-la DEUS.
Parece-me que o Universo, que nos inclui, é em sua natureza, uma evolução.
02/08/2010
sábado
Talking to myself
90
Tenho 90 anos
nenhum sofrimento
não invento minha idade
Tenho 90 primaveras, verões,
outros tantos outonos e
intragáveis invernos
Tenho mais idade que jamais sonhei
mas, por dentro, no dizerem alma,
sou mais velho que um convento
da Idade Média,
com seus maciços portões,
seus sorumbáticos muros úmidos
Tomo banho todos os dias,
vejo descer pelo ralo
as dúvidas do dia anterior
Ao abandonar o terno, não perdi a ternura,
porém metade da arrogância e
da necessidade de aprovação.
Deixei no lixo dos dias mal resolvidos
os restos de um amor,
conquanto conserve a reza
pelos desafortunados
As negativas de sua vida,
caro leitor,
incomparáveis ao não por ela dito
e redito em monossilábico olhar.
Sem revoltas indago ao Criador
o porquê de ausência do prazer
na perseguição da verdade,
reservada aos surdos que evitam falar.
Vida, farei de ti um hino !
Sobram-me 90 dias, ou minutos
talvez segundos,
um tempo que salta feito cabrito
em vidas que se visitam,
pela determinação divina
pelo acaso
pelo marasmo
e assim pasmo
diante do anacrônico samba do destino.
segunda-feira
quinta-feira
A Friend of Mine
I was strolling down the main avenue of Brasíla city center, when I saw this beautiful Carcará ( kind of hawk ) . Went back to my car and fetch a point and shot camera . He waited for me ! Actually he was more interested in digging the soil , maybe looking for some food
quarta-feira
domingo
quinta-feira
People's Money
Do Correio Brasiliense
Engavetado há mais de ano, o projeto que acaba com a inaceitável benesse será posto em discussão na Comissão de Assuntos Econômicos. Reportagens do Correio mostraram que, além de desdenhar dos brasileiros que os sustentam e não têm tais privilégios, os parlamentares deram calote no imposto devido à Receita. Você acredita que os senadores vão mesmo votar o fim do 14º e do 15º salários?
Nos oito anos de mandato, o custo com o pagamento dos extras é de R$ 34,6 milhões. A Câmara dos Deputados gasta, em quatro anos, R$ 109,6 milhões. A garantia de que o tema será submetido a votação foi dada, no fim da tarde de ontem, pelo presidente da CAE, senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Ele jura que nunca sofreu, durante todo esse tempo, nenhuma pressão de seus pares para atrasar o projeto e permitir por tempo indeterminado a continuidade da farra com patrocínio oficial. "Não empurrei o projeto com a barriga. Não tem essa de pressão. O problema é que, aqui, existe um acúmulo muito grande de projetos. Quando assumi a CAE, havia mais de 400 projetos acumulados. Hoje, temos 150. É muita coisa. O trabalho aqui é grande."
Engavetado há mais de ano, o projeto que acaba com a inaceitável benesse será posto em discussão na Comissão de Assuntos Econômicos. Reportagens do Correio mostraram que, além de desdenhar dos brasileiros que os sustentam e não têm tais privilégios, os parlamentares deram calote no imposto devido à Receita. Você acredita que os senadores vão mesmo votar o fim do 14º e do 15º salários?
Nos oito anos de mandato, o custo com o pagamento dos extras é de R$ 34,6 milhões. A Câmara dos Deputados gasta, em quatro anos, R$ 109,6 milhões. A garantia de que o tema será submetido a votação foi dada, no fim da tarde de ontem, pelo presidente da CAE, senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Ele jura que nunca sofreu, durante todo esse tempo, nenhuma pressão de seus pares para atrasar o projeto e permitir por tempo indeterminado a continuidade da farra com patrocínio oficial. "Não empurrei o projeto com a barriga. Não tem essa de pressão. O problema é que, aqui, existe um acúmulo muito grande de projetos. Quando assumi a CAE, havia mais de 400 projetos acumulados. Hoje, temos 150. É muita coisa. O trabalho aqui é grande."
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